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DICIONÁRIO   FINANCEIRO

FAC Sigla de Fundo de Aplicação em Cotas, de outros fundos. Diferente dos demais fundos de investimento, o FAC não compra e vende papéis e títulos no mercado. O FAC compra e vende cotas dos demais fundos de investimentos, ou seja, é um fundo de fundos.
FAC de FIF Fundo de Aplicação em Cotas de Fundo de Investimento Financeiro. Este é um fundo que visa comprar cotas de outros fundos existentes no mercado. É uma forma de diversificar o risco, pois o dinheiro do investidor é aplicado em diversos fundos no mercado.
FAF Sigla do antigo e extinto Fundo de Aplicação Financeira.
Falência Condição jurídica decretada através de sentença judicial, pela falta de cumprimento de obrigações assumidas. Pode ser voluntária ou involuntária, como resultado de ações dos credores da empresa, quando esta é declarada insolvente.
Fator de Renda É o valor numérico, calculado mediante utilização de uma tábua biométrica e uma taxa de juros, utilizado para obtenção do valor do benefício do plano de previdência.
Fatura É o extrato enviado para o cliente com o valor a ser pago.
Fechamento Anterior Última cotação do papel no Pregão Regular do dia anterior, sem considerar o After Market.
Fechamento de Capital Quando uma empresa que tem ações na bolsa decide tirar suas ações de negociação e voltar a ser uma sociedade limitada.
Fechamento de posição Operação pela qual o lançador de uma opção, pela compra em pregão de uma outra da mesma série, ou o titular, pela venda de opções adquiridas, encerram suas posições ou parte delas. A expressão também é utilizada quando da realização de operações inversas no mercado futuro.
Fechamento em alta Quando o índice de fechamento do pregão do dia for superior ao índice de fechamento do pregão anterior.
Fechamento em baixa Quando o índice de fechamento do dia for inferior ao índice de fechamento do pregão anterior.
Fechamento Horário Regular Última cotação do papel no horário de pregão regular, sem considerar o After Market.
Fechamento Horário Regular Última cotação do papel no horário de Pregão Regular, sem considerar o After Market.
FED Sigla de Federal Reserve Bank, o Banco Central americano.
FGV-100 Índice elaborado pela Fundação Getúlio Vargas, que mede o desempenho em bolsa das 100 maiores empresas privadas brasileiras.
FIEX Sigla de Fundo de Investimentos no Exterior. É um fundo de investimento doméstico, que aplica no mínimo 80% de seus recursos em títulos da dívida externa brasileira.
FIF Sigla de Fundo de Investimento Financeiro. Os FIFs englobam vários tipos de fundos de investimento, tais como: renda fixa, DI, etc.
São aplicações onde o dinheiro é investido de diversas maneiras, de acordo com o regulamento do fundo e regras de enquadramento do Bacen, tais como: títulos do governo, CDBs, mercados futuros, de opções, ações (limitado a 49% da carteira) etc.
FIFE É o fundo de investimento financeiro exclusivo destinado, unicamente, a receber durante o período de diferimento, a totalidade do montante dos recursos creditado à reserva matemática de benefícios a conceder.
Filhote Veja Bonificação em ações.
Financiamento Aquisição de bens que serão pagos ao longo de um período de tempo, acrescidos de uma taxa de juros.
Financiamento interno Uma empresa que consegue se auto-financiar, através dos fluxos de caixa gerados internamente. Contabilmente, é igual ao lucro líquido mais depreciação menos dividendos.
Firma individual Empresa de um único proprietário.
FITVM Fundo de Investimento de Títulos e Valores Mobiliários. É a nova categoria onde estão concentrados todos os fundos de renda variável, em substituição aos antigos FMIA (Fundo Mútuo de Investimento em Ações) e FMIA-CL (Fundo Mútuo de Investimento em Ações - Carteira Livre).
Float Rendimento que se consegue entre o tempo que o dinheiro é disponibilizado até o seu uso. Por exemplo, se o caixa de uma empresa num banco está rendendo, o float é a diferença entre esse valor que rende e o valor contábil que a empresa possui no caixa em conta bancária.
Fluxo de Caixa É o fluxo de entradas e saídas de dinheiro do caixa de uma empresa. Importante medida para se determinar o valor de uma empresa, através do método do fluxo de caixa descontado.
FMI Sigla de Fundo Monetário Internacional, instituição que congrega 182 países. O FMI tem como finalidade básica emprestar recursos aos países membros que estejam com dificuldades de cumprir com seus pagamentos a outros membros.
Franquia Valor calculado matematicamente, até o qual o segurador não se responsabiliza a indenizar o segurado em caso de sinistro. Participação do segurado nos prejuízos em caso de sinistro, em geral de acordo com a cobertura estipulada no contrato de seguro.
Fundo de Pensão Conjunto de recursos, provenientes de contribuições de empregados e da própria empresa, administrados por uma entidade a ela vinculada, cuja destinação é a aplicação em uma carteira diversificada de ações, outros títulos mobiliários, fundos e imóveis, entre outros ativos.
Fundo Garantidor de Créditos Fundo criado e administrado pelo Governo, que tem por objetivo garantir ao investidor o pagamento de uma parcela da quantia investida, em caso de insolvência. Apenas as instituições financeiras relacionam-se com esse fundo.
Fundo imobiliário Fundo de investimento constituído sob a forma de condomínio fechado, cujo patrimônio é destinado a aplicações em empreendimentos mobiliários. As quotas desses fundos, que não podem ser resgatadas são registradas na CVM, podendo ser negociadas em bolsa de valores ou no mercado de balcão.
Fundo Mútuo de Capitalização - FMP Esses fundos têm, pelo menos, 90% de seu patrimônio líquido aplicados em ações de uma única empresa (Ex: Petrobras). O restante deve ser aplicado em títulos públicos federais de renda fixa, que têm baixíssimo risco. Os recursos para esse fundo originam-se, necessariamente, das contas de FGTS - Pessoa Física.
Fundo referenciado em DI Pelo menos 95% dos recursos dos fundos DI são aplicados em títulos públicos federais ou em títulos de renda fixa de emissores com baixo risco de crédito. Na prática, 95% da carteira acompanha a variação dos Certificados de Depósito Interbancário (CDI) e a taxa Selic, o que garante baixíssimo risco para o investidor. Os fundos DI são boa opção para os investidores de perfil conservador.
Fundo referenciado em Câmbio Procuram acompanhar o mais próximo possível a variação das taxas oficiais de câmbio entre o Real e o dólar norte-americano, estando sujeitos também às oscilações das taxas de juros domésticas (Brasil) sobre o dólar. São boa opção para quem tem por objetivo manter o patrimônio em dólar ou para quem tem dívidas nessa moeda.
Fundo Renda Fixa Alavancados Buscam retorno através de investimentos em ativos de renda fixa de qualquer espectro de risco de crédito, incluindo-se estratégias que impliquem em risco de índices de preço, excluindo-se porém investimentos que impliquem em risco de oscilações de moeda estrangeira e de renda variável (ações etc). Diferenciam-se dos fundos de renda fixa multi-índices apenas pela possibilidade de fazer alavancagem.
Fundo Renda Fixa Crédito Busca retorno no mercado de juros doméstico, investindo em títulos de renda fixa de qualquer espectro de risco de crédito, excluindo-se estratégias que impliquem em risco de índices de preço, de moeda estrangeira ou de renda variável (ações, opções etc), não sendo admitida alavancagem da carteira. Diferencia-se do Fundo de Renda Fixa apenas pela possibilidade de investimentos com risco de crédito acima do limite previsto na legislação dos "não referenciados".
Fundo Renda Fixa Multi-índices Busca retorno através de investimentos em ativos de renda fixa de qualquer espectro de risco de crédito, incluindo-se estratégias que impliquem em risco de índices de preço. Incluem-se nesta categoria os fundos de renda fixa com risco de indexadores (fundos IGPM, etc) sem alavancagem, entre outros. São vedados investimentos que impliquem em risco de renda variável (ações) e de dólar.
Fundos Agressivo Expressão que normalmente designa fundos de investimento que operam com derivativos. Estes fundos são conhecidos por terem expressivas variações das cotas, por isso são apontados como fundos de maior risco.
Fundos Balanceados Classificam-se neste segmento os fundos regulamentados pelo Banco Central ou pela CVM que busquem retorno no longo prazo através de investimento em diversas classes de ativos (renda fixa, ações, câmbio, por exemplo). Procuram agregar valor utilizando uma estratégia de investimento diversificado e através de deslocamentos táticos entre as classes de ativos ou estratégia explícita de rebalanceamento de curto prazo, não se utilizando de alavancagem.
Fundos de Ações Também conhecidos como FITVM ou Fundo de Renda Variável, os Fundos de Ações são voltados basicamente ao investimento em ações. Os investidores que desejam investir em ações podem deixar seu investimento nas mãos de um especialista, através de um Fundo de Ações.
Fundos de Ações Ativos Procuram perseguir rentabilidade superior ao benchmark indicado, que, na maioria dos casos, é o Ibovespa, mas pode ser também o IBA ou o IBX. Os administradores normalmente mencionam no regulamento o mecanismo que será utilizado para perseguir tal rentabilidade. Fundos ativos são indicados para investidores que querem rendimentos superiores ao do mercado de ações. Dentre os fundos ativos, podemos ter opções com maior ou menor grau de risco. Como todos os fundos de ações, são recomendados para investidores dispostos a correr riscos em busca de maior rentabilidade.
Fundos de Ações Fechados São fundos registrados na CVM e estatutariamente fechados. Ou seja: fecham um grupo de cotistas (investidores) que firmam compromisso de permanecerem no fundo por período de tempo previamente estabelecido, no qual o fundo não emitirá cotas nem comprará cotas. Com isso, o cotista que optar por sair do fundo terá que colocar outro no seu lugar.
Fundos de Ações Indexados São chamados fundos de ações passivos porque têm suas carteiras atreladas a um benchmark, com o objetivo de acompanhar o comportamento deste índice. A carteira desses fundos, portanto, é bem parecida com a composição do índice escolhido (Ibovespa, IBA ou IBX). Como todos os fundos de ações, são recomendados para investidores dispostos a correr riscos em busca de maior rentabilidade.
Fundos de Ações Setoriais Estão classificados nas seguintes categorias: Telecomunicações - Fundos regulamentados pelo Banco Central ou pela CVM, cuja estratégia é investir em ações do setor de telecomunicações. Energia - São fundos regulamentados pelo Banco Central ou pela CVM, cuja estratégia é investir em ações do setor de energia.
Fundos de excedentes É o montante que sobra quando os impostos são descontados do fluxo de caixa de um projeto.
Fundos de Investimento Imobiliário Os Fundos Imobiliários são formados por grupos de investidores, com o objetivo de aplicar recursos no desenvolvimento de empreendimentos imobiliários ou em imóveis prontos. Do patrimônio de um fundo podem participar um ou mais imóveis, parte de imóveis, direitos a eles relativos etc. A quota de um fundo imobiliário é valor mobiliário, conforme estabelece o artigo 3º da Lei 8.668/93. São formados por grupos de investidores, com o objetivo de aplicar recursos, solidariamente, no desenvolvimento de empreendimentos imobiliários ou em imóveis prontos.
Fundos de Previdência Nesta categoria incluem-se os FAPIs e PGBLs. Será utilizada a classificação específica destes fundos. Mais informações no Guia de Previdência.
Fundos de Renda Fixa Muitas vezes usado como sinônimo de Fundo de Investimento Financeiro (FIF). Um fundo de renda fixa pode ter até 49% de sua carteira composta por ações, mas basicamente aplicam em títulos públicos federais, títulos privados (debêntures) e CDBs. Dependendo do enquadramento do fundo, podem usar derivativos para proteção ou para alavancar rentabilidade.
Fundos Multimercados Classificam-se neste segmento os fundos regulamentados pelo Banco Central que busquem retorno no longo prazo através de investimento em diversas classes de ativos, podendo ou não adotar estratégias de alavancagem e investir em Renda Variável.
Fundos Mútuos de Privatização - FMPs São fundos com recursos provenientes das contas de Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Os FMPs atuais têm pelo menos 90% do patrimônio líquido aplicados em ações da Petrobras. O restante é aplicado em títulos públicos federais de renda fixa, que têm baixíssimo risco. O governo pretende, em breve, regulamentar a criação de FMPs-FGTS para outras empresas, como Furnas.
Fundos não referenciados São fundos que não possuem o mínimo exigido de 95% da carteira composta por títulos que acompanhem a variação de um determinado indicador de mercado.
Fundos Off Shore Fundos que são criados em outros países, seguindo a legislação local, embora possam receber investimentos de brasileiros. A Anbid mantém para estes fundos a antiga classificação: renda fixa, renda variável e misto.
Fundos referenciados Fundos que seguem a variação de um determinado indicador de mercado (benchmark). Estes fundos, por lei, devem estipular que pelo menos 95% de sua carteira seja composta por ativos que acompanham o indicador de referência.
Fusão Processo no qual duas empresas se tornam uma só.